terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Não puderam ripostar por causa do atraso? Tretas

Em primeiro lugar, o atraso no jogo da Taça da Liga existiu e não devia ter acontecido. Nem 3 minutos foram, mas existiu. É um facto e por uma questão de igualdade não devia ter acontecido. E a Liga com certeza não podia ter assegurado que os jogos começavam à mesma hora, tendo em conta a falta de meios existentes para comunicar à distância é compreensível que não o tenha feito...

Agora deixemo-nos de tretas porque não foi por isso que o Super Sporting foi eliminado da Taça da Liga.

O Sporting foi eliminado porque o Porto marcou mais golos. E o número de golos não se ia alterar, mesmo que os jogos começassem à mesma hora.

"(...) Não foi isso que se verificou agora. O FC Porto marcou mesmo, aos 95', quando o Sporting já tinha fechado a "loja". E esse golo, de grande penalidade, deu-lhe o apuramento. Não se questiona o castigo máximo, que existiu por ingénuo contacto de Igor Rossi logo aproveitado por Ghilas, mas tão-só pelo facto de o outro interessado na questão, o Sporting, já não poder ripostar, quando era suposto os jogos terminarem sensivelmente ao mesmo tempo. (...)"
Fonte: Sapo Desporto

É falso dizer que o Sporting não pôde ripostar ao 3-2 do Porto por causa do atraso. Falso. O jogo do Sporting teve 3 minutos de compensação e o penalty no Dragão foi assinalado ao minuto 93 e convertido ao minuto 95.

Com ou sem atraso, o jogo do Sporting teria sempre terminado sem que estes pudessem responder ao golo da qualificação, pois se tivessem começado ao mesmo tempo o outro jogo estaria a acabar sensivelmente no momento em que o árbitro apitou o penalty. Deste modo, ninguém com dois dedos de testa pode achar que o atraso influenciou alguma coisa.

Fazer um escândalo desmesurado e suplicar pelas meias-finais por causa disto (situações normalmente punidas com multa) é de um clube com uma gritante falta de noção e que, como não consegue ser notícia por títulos ganhos, quer à força toda ser notícia por outros motivos e arranjar mais confrontos, para além dos jogados dentro de campo.

E, já agora, se o Sporting também quer falar de arbitragem, como fez primeiro por Bruno de Carvalho e agora em comunicado, era simpático que se lembrassem do jogo Sporting-Marítimo (dois penalties por marcar a favor do Marítimo) e do penalty sobre o Carlos Eduardo que ficou por marcar neste último jogo. Para ter uma melhor ideia dos lances em questão, ver esta imagem, que encontrei no blog Kosta de Alhabaite.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Várias emoções

No sábado jogaram o futebol, o hóquei em patins e o andebol do FC Porto. Ambos jogos importantes e esperava-se um dia de muitas emoções. O futebol decidia o apuramento para as meias-finais da Taça da Liga, o hóquei defrontava o Benfica no Pavilhão da Luz e o andebol ia jogar em casa do Madeira SAD.

No entanto, o sábado portista começou fora de campo com o anúncio da saída do Lucho Gonzalez. Inesperado. Num dia falava-se, nos jornais, da possibilidade de acabar a carreira no Porto e no outro dia Lucho estava de malas feitas rumo ao Catar. Seja que porque motivos forem, Lucho quis sair e seja porque motivos forem, a SAD acedeu ao pedido. E assim, o capitão de equipa e um dos mais acarinhados pelos adeptos saiu a meio de uma difícil época. Obrigada por tudo e boa sorte. Mais uma vez.


Futebol
FC Porto 3-2 Marítimo


Decidia-se o apuramento para as meias-finais da Taça da Liga e o FC Porto, sem muito esforço, chegou ao golo por intermédio de Jackson Martinez, numa das poucas boas jogadas da partida. Enquanto isso, o Sporting já perdia por 1-0 e tudo parecia bem encaminhado. Errado. O Porto deixou-se empatar logo de seguida e minutos depois perdia por 1-2 frente a uma equipa que veio jogar sem alguns dos habituais titulares. No outro encontro, o Sporting empatava no final da 1ª parte e na 2ª fazia a reviravolta, acabando por vencer por 1-3. E ao intervalo o Porto estava fora da Taça e esteve fora até ao minuto 95 numa reviravolta que começou aos 86 minutos com um golo de Carlos Eduardo e depois com um penalty convertido por Josué no último suspiro. Graças ao maior número de golos marcados, o Porto segue em frente na competição.

Emocionante, mas preocupante. Jogou-se muito pouco e viu-se novamente que qualquer equipa consegue fazer gato sapato da nossa defesa. Mais do mesmo. Neste momento, não há vitória que disfarce as fragilidades da equipa.

Entretanto, os outros vão chorando porque não há dúvidas que o Porto só passou devido aos jogos não terem começado exactamente ao mesmo tempo. Por isso e também pelo facto de termos tido direito a um penalty bem assinalado nos descontos. Maldito árbitro que cumpriu as regras. Já não as cumpriu a meio da 2ª parte num lance de Carlos Eduardo na área para penalty, mas não interessa.


Hóquei em Patins
SL Benfica 6-1 FC Porto

Pouco vi do jogo (entre o 3-0 e o 5-0, sensivelmente), mas o resultado diz muito. Do que vi, tentamos reverter a situação, mas sem cabeça. Demasiado perdidos em campo. O golo de honra foi marcado pelo Caio aos 44 minutos após estarmos a perder por 6-0.

Segunda derrota da época e, outra vez, de forma preocupante. A primeira foi com o Cambra por 7-4. O problema não está nas duas derrotas, mas sim na forma como aconteceram. Já vai sendo hábito desde que Tó Neves pegou na equipa.

Mesmo assim, o FC Porto segue em 2º com os mesmos pontos da Oliveirense e 3 pontos atrás do Valongo.


Andebol
Madeira SAD 27-29 FC Porto

Num jogo sempre equilibrado, onde a diferença máxima de golos nunca passou de 3, o Porto conseguiu sair vitorioso do reduto do Madeira SAD. Mick Schubert foi o melhor marcador da equipa com 9 golos e converteu todos os livres de 7 metros (5). Gilberto Duarte e Wilson Davyes, com 7 e 6 golos respectivamente, estiveram também em destaque.

Com esta vitória, o Porto encontra-se provisoriamente no 2º lugar do campeonato.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Areia para os olhos


Há muito a dizer sobre a entrevista de ontem de Pinto da Costa. Desde o treinador, jogadores, arbitragem, azar ao mercado... desde verdades a mentiras... desde críticas a elogios... Pinto da Costa disse de tudo um pouco. Ao seu bom estilo, mas também ao seu mau estilo. Não foi das entrevistas mais felizes...

Não esperava que Pinto da Costa atacasse Paulo Fonseca e a equipa, já contava com o voto de confiança, mas também não esperava tanto atirar de areia para os olhos.

Pinto da Costa culpou a arbitragem pelos desaires no campeonato e o azar pelos desaires na Liga dos Campeões.

Campeonato:
"O FC Porto tem agora três pontos de desvantagem face ao Benfica e um em relação ao Sporting, depois de ter chegado a estar à frente do campeonato com cinco de avanço, mas as pessoas esquecem-se de que tudo começou, em termos de perdas, no Estoril, com a arbitragem inacreditável do senhor Rui Silva. Sofremos um golo em fora de jogo e ainda houve uma grande penalidade inventada. A arbitragem fez-me lembrar Inocêncio Calabote. Não me lembro de uma influência tão grande da arbitragem num jogo"

Liga dos Campeões:
"Não nos apuramos na Champions, mas pergunto se recordam algum jogo em que o nosso adversário tivesse vencido depois de levar quatro bolas nos postes? Não falo do penálti falhado, mas até esse foi azar. Até o presidente do Atlético de Madrid me disse que podíamos estar ali a noite toda que não entrava nenhuma. Só acertávamos nos postes. Contra o Zenit, aos 5' estávamos reduzidos a dez, porque um jogador saiu da barreira. Depois acertados duas vezes nos postes e eles marcaram no final. Depois disso não posso responsabilizar o treinador, ou os jogadores, porque não tivemos um mínimo de sorte"

Desculpas de mau pagador. Tão só.

Não critico as menções à arbitragem porque acho que se fomos prejudicados devemos falar, independentemente de termos jogado bem ou mal. Fez bem em falar. Fez mal em por o tónico aí. Não estamos mal por culpa da arbitragem e do azar. Não estamos em terceiro no campeonato nem fora da Liga dos Campeões (fizemos 5 pontos!) por causa disso. Como referi, não esperava outra coisa de Pinto da Costa que não um voto de confiança firme ao treinador ("se a época acabasse hoje, tinha renovado ontem com Paulo Fonseca"), mas era possível dar o tal voto de confiança sem cair no ridículo e sem camuflar o mau futebol da equipa.

Em relação ao mercado, afirmou que o "FC Porto já fez os ajustes necessários". Espero que não seja verdade. Temo que seja.

Criticou os que põem os interesses individuais acima dos interesses colectivos, os que querem sair para ir ao Mundial.

Assegurou que em relação ao Fernando os interesses de todos estão salvaguardados. Elogiou Helton e disse que Lucho vai ficar sempre ligado ao clube.

Falou de Tozé e Pedro Moreira, dois dos melhores jogadores da B, boas palavras... o que é preciso agora é que apostem mais nos jogadores da B.

Atacou António Oliveira e Fernando Gomes, dois possíveis sucessores...

Uma entrevista com altos e baixos, onde se espera que a mensagem interna seja bem diferente da mensagem externa.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Chamam-lhe sorteio...

O "sorteio" da Taça de Portugal desta quinta-feira ditou um Porto-Estoril e um Penafiel-Benfica nos quartos-de-final, onde a verificar-se o favoritismo Porto e Benfica irão defrontar-se nas meias-finais a duas mãos. E foi assim o "sorteio". Não é por acaso que estou a escrever a palavra "sorteio" entre aspas, pois o que aconteceu hoje foi tudo menos um sorteio (eleger algo por sorte).


Já nem se disfarça em condições...

PS: Obviamente a culpa é do Pinto da Costa, isso nem está em discussão :-)

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Nulo e Nulidade

Taça da Liga
Sporting CP 0-0 FC Porto



Jogo fraco do FC Porto. O costume, portanto. Face ao que jogámos o empate é positivo. Safou-se o Fabiano e pouco mais. Por ele merecemos o empate, sobretudo por ele. Afinal de contas, um jogo ganhasse marcando mais golos do que o adversário e o nosso guarda-redes segurou o empate num jogo onde as melhores oportunidades pertenceram à equipa da casa.

Não conseguimos impor o nosso futebol. O meio-campo não funcionou e Herrera fartou-se de falhar passes e de perder bolas, começa a ser preocupante. Carlos Eduardo não esteve tão exuberante, mas não podemos esperar sempre grandes exibições e a postura da equipa não ajudou. Fernando esteve bem. Ghilas esteve numa ilha, sozinho ali na frente, e sem ritmo de jogo era complicado fazer melhor (embora pudesse ter finalizado melhor numa ou noutra situação). Licá continua a ter oportunidades e a desperdiçá-las, enquanto Kelvin fica a ver navios e a perguntar-se porque é que não têm tanta paciência com ele como têm com o português. Varela esteve ao seu nível habitual, talvez um pouco melhor. Danilo esteve mal e Alex Sandro esteve bem, tal como os dois centrais, Maicon e Mangala.


MVP
Como já dei a entender: Fabiano. Defendeu tudo o que havia para defender. Num dos lances, sai aos pés de Carrillo impedindo que a jogada perigosa prossiga e na sequência do lance defende os remates primeiro de Montero e depois de Cédric para canto. Impressionante. Ainda tem um caminho a percorrer, mas está claramente a evoluir e não é o mesmo guarda-redes que veio do Olhanense. Pode vir a ser o sucessor de Helton.


Mundo à parte
Paulo Fonseca «Entrámos com a ambição de vencer, mas com uma estratégia cautelosa (...) o nosso objectivo era vencer em Alvalade»

Danilo: «Demonstrámos o nosso valor, o trabalho que temos vindo a fazer e estamos fortes nas competições»

Fonte: O Jogo


Olegário Empurrença
Ao minuto 81, Varela e Jefferson envolvem-se numa discussão e chegam a encostar a cabeça. Olegário chega, empurra Varela, dá-lhe cartão amarelo e nada faz a Jefferson. Faltou acariciar o jogador do Sporting e perguntar-lhe se estava tudo bem.



2014 é outro ano e pode ser que também seja outro Porto.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Caso perdido


Kléber foi contratado na época 2011/2012 e está na sua 3ª época de dragão ao peito.

Jogador interessante no Marítimo, chegou ao FC Porto na época em que foi vendido Falcao e teve a responsabilidade de o substituir. O seu início nem foi mau de todo, mas foi insuficiente. O treinador, na altura Vítor Pereira, acabou por preferir colocar Hulk no centro e, mais tarde, Janko (contratado em Janeiro). Na 1ª época havia a desculpa da pressão ser demasiado grande e da equipa estar muito instável e a jogar pouco - e foi verdade, daí ter dado o benefício da dúvida durante um bom tempo -, mas na época seguinte chegou Jackson, a equipa melhorou e Kléber podia estar tranquilamente na sombra a aprender, mas o excelente início do colombiano que ficou de pedra e cal no 11 e as oportunidades mal aproveitadas por Kléber levaram a um empréstimo em Janeiro ao Palmeiras (Brasil). Continuou sem render e, naquela que parece ser a última tentativa de o recuperar, regressou ao FC Porto, desta feita para a equipa B. E continua sem render.

Evolução? Nem vê-la. Para além de não ser um jogador mentalmente forte, as suas limitações na finalização são óbvias. Oportunidades para se reerguer não lhe faltaram, mas o jogador desperdiçou-as e nem na equipa B consegue dar um ar da sua graça. Admito que inicialmente até não discordei da sua integração na equipa B, mas rapidamente mudei de opinião. Não justifica a titularidade que lhe é constantemente dada e está a tapar os nossos jovens, um deles que considero muito promissor e que se dá pelo nome de André Silva.

Kléber
15 jogos a titular, 1232 minutos, 3 golos

André Silva
1 jogo a titular, 279 minutos, 3 golos

Vion
1 jogo a titular, 268 minutos, 2 golos

Caballero
4 jogos a titular, 356 minutos, 1 golo

(Dados retirados de: zerozero)

O brasileiro que tem tido uma excelente sequência de jogos a titular, apenas conseguiu fazer 3 golos e precisa de 411 minutos para marcar, o que equivale a cerca de 4 jogos e meio. Muito pouco.

Dos pontas-de-lança da B é o que tem a pior média de golos marcados por jogo. André Silva com bem menos minutos tem o mesmo número de golos. Vion também com bem menos minutos tem apenas menos um golo. Até Caballero que só tem um golo marcado merecia mais a titularidade, pois ao contrário de Kléber ainda pode dar jogador e curiosamente foi após ter marcado um grande golo contra o Académico de Viseu que praticamente deixou de jogar. Os critérios para dar minutos aos ponta-de-lança na equipa B estão todos trocados, portanto.

Creio que já quase todos aceitaram que o Kléber não vai dar mais do que isto. Como se costuma dizer, não se pode acertar sempre e quanto à sua contratação não faço críticas (nem faria sentido porque fui a favor), apenas considero que está na altura de deixar de insistir. Soluções? Vender, emprestar ou mesmo rescindir. Isto já em Janeiro.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Olá FC Porto!

FC Porto 4-0 SC Olhanense


Um dos primeiros jogos da época onde jogamos futebol do primeiro ao último minuto, senão mesmo o primeiro. O Olhanense pode ser uma equipa fraca, mas o FC Porto já fez exibições sofríveis ou pouco consistentes contra equipas fracas, e desta vez conseguiu impor o seu futebol durante os 90 minutos. Independentemente da qualidade do adversário, vencemos e convencemos.

Desde início que o FC Porto procurou o golo, com mais ou menos ritmo, a vontade de jogar e de marcar esteve sempre presente. Oportunidades de golo não faltaram e Belec, guarda-redes do Olhanense, evitou um bom número de golos. O 4-0 é escasso. Os dois primeiros golos surgiram na sequência de bolas paradas (Mangala e Jackson) e os dois últimos são dois grandes remates de fora da área (Carlos Eduardo e Herrera), o 3º então é uma obra-prima.


O destaque
Carlos Eduardo foi o melhor em campo. Duas assistências, um grande golo e ofereceu uma dinâmica incrível. Neste jogo viu, pensou e executou como ninguém. Os dois cantos batidos que resultaram em golo e o grande remate que foi parar ao fundo das redes nada mais foram do que o coroar de uma grande exibição. Caminha seriamente para se tornar numa peça fundamental deste FC Porto e neste momento o lugar de médio ofensivo é dele, mas vamos ter calma e continuar a observar o que parece ser um grande jogador.

Merecia golo
Perto do final da 1ª parte houve um lance de génio que merece destaque, quando Jackson foge aos centrais e de costas para a baliza domina a bola no peito e remata de bicicleta.

Substituições
Paulo Fonseca esteve bem na 1ª substituição, lançando Kelvin logo aos 57 minutos para o lugar de Licá, mas mais uma vez fez entrar Ghilas perto do final do jogo. Desta vez não foi aos 89, mas foi aos 85. O argelino já podia entrar mais cedo...

E é com o triunfo mais folgado da época que o FC Porto se despede do campeonato em 2013. Segue-se a Taça da Liga em Alvalade naquele que será o último jogo do ano civil.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Rotatividade do meio-campo


Lá vencemos o Rio Ave por 1-3 numa exibição um pouco cinzenta, mas que melhorou na 2ª parte. O mais importante era a vitória e essa foi conseguida de forma justa. Mas após este jogo ficou-me uma questão na cabeça. Não, a questão não é porque é que o Carlos Eduardo não foi aposta mais cedo (podia ser, mas não é), a questão é sobre o meio-campo em geral.

Afinal, qual é o nosso meio-campo? Ninguém sabe. É aqui que está o cerne da questão.

  • Fernando, Defour, Lucho
  • Fernando, Defour, Quintero
  • Fernando, Defour, Josué
  • Fernando, Lucho, Josué
  • Fernando, Lucho, Carlos Eduardo
  • Fernando, Herrera, Lucho
  • Fernando, Carlos Eduardo, Quintero
  • Defour, Herrera, Lucho

Justo será dizer que algumas das combinações acima só se verificaram num jogo, mas aí também só estão as que foram titulares. Já se verificaram outras ao longo do jogo após substituições, como por exemplo:

  • Fernando, Lucho, Quintero
  • Defour, Herrera, Carlos Eduardo


Fernando: o único elemento indiscutível
do meio-campo
Fernando, Defour e Lucho é o trio mais utilizado até agora, sendo Fernando o jogador do meio-campo mais utilizado (apenas não foi titular uma vez devido a castigo), mas não há meio-campo definido. A realidade é essa. Neste último jogo tivemos o trio Fernando, Lucho e Carlos Eduardo… no próximo jogo vamos ter quem? É uma incógnita. Uma incógnita que nos diz que o mais provável é ser outro meio-campo. Após 22 jogos jogados seria de esperar que Paulo Fonseca já tivesse encontrado o seu meio-campo.

Demasiada rotatividade. Demasiada indefinição. Sem estabilidade não há equipa que resista…


PS1: A saga das abébias na defesa continua.

PS2: O hóquei deu, neste fim-de-semana, uma boa resposta ao último é único desaire da época. 10-3 ao Herringen para a Liga Europeia e 3-0 ao Paço de Arcos para o campeonato.

PS3: Uma palavra para o basquetebol. 9 vitórias em 9 jogos. Será que chegamos à 1ª divisão já este ano? Não posso opinar muito porque não conheço, mas os resultados dizem que é possível.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

O Zenit passou com 6! Com 6!

5 pontos em 18 possíveis
1 vitória em 6 jogos
0 vitórias em casa
4 golos marcados e 7 sofridos



Sem mais nada a acrescentar.

Fonte das imagens: zerozero

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O estranho caso da equipa de hóquei em patins

Até à 7ª jornada do campeonato nacional, a equipa de hóquei em patins do FC Porto vinha de uma série de 9 vitórias em 9 jogos, uma delas frente ao Barcelona por uns esclarecedores 6-2 no Dragão Caixa. Primeiros no campeonato em igualdade pontual com o Valongo e primeiros no grupo da Liga Europeia. 56 golos marcados e 13 sofridos em 6 jornadas do campeonato. Bons resultados e boas exibições. Tudo bem encaminhado.

O próximo jogo era para a 7ª jornada em casa do Cambra, penúltimo classificado com zero pontos, 13 golos marcados e 36 sofridos.

Resultado: 7-4 para o... Cambra!

Inesperado e, para quem, como eu, não viu o jogo, inexplicável. Por mais mérito que se possa atribuir ao Cambra e aos seus jogadores (Bruno Fernandes foi autor de 5 dos 7 golos), a verdade é que nada fazia prever um hectombe destes. Com este resultado, o FC Porto desceu para o 3º lugar.

Este resultado pode fazer-nos recordar do jogo de há duas épocas frente ao Espinho onde a equipa portista também comandada por Tó Neves perdeu por 8-4. Também surpreendente, mas num contexto diferente. Nessa época o FC Porto apresentou-se muito instável e sofria muitos golos de equipas do fundo da tabela. O que se passou com o Cambra foi ainda mais surpreendente e estranho dada a consistência demonstrada.
                                             
Acredito, face ao brilhante arranque da equipa, que não tenha passado de um acidente de percurso que não voltará a repetir-se. O próximo jogo é a contar para a Liga Europeia contra o SK Germania Herringen (dia 14 às 15h com transmissão no Porto Canal), teoricamente o adversário mais fácil do grupo, e não espero nada mais do que uma forte resposta da equipa.